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ITCMD: você está sendo cobrado anos depois do inventário? Entenda se isso é possível e o que fazer.
Receber uma cobrança de ITCMD anos depois do encerramento de um inventário causa perplexidade e indignação. E com razão. Para muitas famílias, o inventário representa o encerramento formal de um ciclo difícil: a perda de um familiar, a organização do patrimônio, o pagamento de tributos, custas, honorários, registros e a regularização dos bens perante cartórios e órgãos públicos. Quando tudo parece finalmente concluído, surge uma nova notificação da Fazenda Estadual informando

Martha Deliberador
há 23 horas5 min de leitura


CASAMENTO, UNIÃO ESTÁVEL E O ALCANCE PATRIMONIAL DA DÍVIDA DE UM DOS PARCEIROS DA VIDA EM COMUM
O que está em jogo não é apenas a assinatura no título, mas a forma como vida em comum, patrimônio e empresa passam a ser examinados quando a dívida ingressa na execução. Muitos casais ainda partem de uma premissa que, no plano intuitivo, parece segura: a dívida pertence apenas a quem assinou. No plano estritamente formal, a afirmação seduz. No plano patrimonial, porém, ela pode ser perigosamente insuficiente. A recente decisão da 3ª Turma do STJ recolocou esse tema em evidên

Martha Deliberador
21 de mai.5 min de leitura


QUANDO A EXECUÇÃO VIRA ABUSO: OS LIMITES PARA ATINGIR O PATRIMÔNIO DO SÓCIO
A ausência de bens da empresa não autoriza o redirecionamento automático da execução nem transforma o patrimônio pessoal do sócio, e de sua família, em garantia imediata da dívida empresarial. O Estado pode cobrar. É, aliás, sua função. O credor também pode executar. É para isso que o processo de execução existe: permitir que uma dívida seja exigida pelos meios legais. Mas existe uma fronteira que precisa ser respeitada. Cobrar uma dívida não é o mesmo que avançar, sem prova,

Martha Deliberador
15 de mai.5 min de leitura


ITBI E REFORMA TRIBUTÁRIA: O IMPOSTO MUNICIPAL QUE NÃO FOI SUBSTITUÍDO, MAS PASSOU A INTEGRAR UMA NOVA ARQUITETURA FISCAL.
A regulamentação da Reforma Tributária publicada em 30 de abril de 2026 trouxe novos elementos para a tributação das operações com bens imóveis no Brasil. Embora o foco principal esteja na estruturação do IBS e da CBS, o texto também revela um movimento mais profundo: a construção de uma base fiscal imobiliária nacional, integrada, rastreável e cada vez mais conectada entre União, Estados, Municípios, cartórios e administrações tributárias. Nesse novo cenário, o ITBI não desa

Martha Deliberador
5 de mai.5 min de leitura


DAV E TESTAMENTO: QUAL A DIFERENÇA E POR QUE OS DOIS SÃO ESSENCIAIS NO PLANEJAMENTO PATRIMONIAL.
Há vontades que precisam ser protegidas antes do fim. Outras, depois dele. O Direito, quando se ocupa da vontade humana, não trata apenas de declarações formais. Trata de tempo, de ausência e de permanência. Trata daquilo que precisa continuar juridicamente íntegro mesmo quando a vida já não permite à pessoa falar por si, ou quando sua presença já não se encontra mais entre os vivos. É nesse ponto que DAV e testamento se aproximam e, ao mesmo tempo, se apartam. Ambos nascem d

Martha Deliberador
23 de abr.5 min de leitura


VGBL na sucessão: quando a interpretação muda, mas a lei não.
A recente manifestação da Receita Federal reacendeu o debate sobre a cobrança de imposto em estruturas envolvendo VGBL. Mas o ponto realmente sensível está em outro lugar: na insegurança jurídica que passa a atingir um instrumento historicamente associado à previsibilidade sucessória. Há discussões fiscais que se esgotam em seu impacto econômico. Outras, porém, expõem questão mais profunda: a solidez das premissas jurídicas sobre as quais patrimônios relevantes são organizado

Martha Deliberador
13 de abr.4 min de leitura


POR QUE FAMÍLIAS COM LEGADO PATRIMONIAL RARAMENTE DEIXAM IMÓVEIS NO NOME DA PESSOA FÍSICA?
Porque certos bens não são apenas patrimônio. São continuidade. Há bens que ultrapassam a lógica da propriedade isolada. Em muitas famílias, o imóvel não representa apenas valor econômico. Ele representa permanência. Memória. Estabilidade. Em certos casos, representa o próprio eixo material em torno do qual uma história familiar foi construída ao longo do tempo. Por isso, a forma como esses bens são titulados e organizados raramente deveria ser tratada como simples detalhe re

Martha Deliberador
10 de abr.5 min de leitura


PATRIMÔNIO SEM REGRA PODE VIRAR IMPASSE.
A holding organiza os bens. A governança organiza a continuidade. Há estruturas patrimoniais que parecem plenamente resolvidas. A holding foi criada, os bens foram integralizados, as quotas foram distribuídas e, à primeira vista, tudo transmite ordem. Em muitos casos, essa percepção não está errada. A estrutura, de fato, cumpre uma função importante: concentra ativos, organiza a titularidade e pode facilitar a sucessão. Mas o tempo costuma revelar uma verdade mais profunda. P

Martha Deliberador
7 de abr.3 min de leitura


Family Office e planejamento sucessório: a diferença entre transferir bens e preservar legado.
Como famílias sofisticadas estruturam a sucessão antes que a urgência imponha decisões sob pressão Muitas famílias começam a pensar em sucessão tarde demais. Não porque ignorem a importância do tema, mas porque, em geral, ele é associado a desconforto, postergação e à falsa ideia de que sucessão se resume à divisão de herança. Em patrimônios de maior complexidade, essa visão é insuficiente. A sucessão não afeta apenas a titularidade dos ativos. Ela afeta a governança, a estab

Martha Deliberador
27 de mar.3 min de leitura


Family Office: quando o patrimônio exige mais do que gestão.
A estrutura certa para famílias que desejam preservar riqueza, organizar decisões e preparar a continuidade com segurança Nem todo patrimônio relevante está, de fato, organizado. Muitas famílias bem-sucedidas acumulam imóveis, participações societárias, investimentos e estruturas empresariais valiosas, mas seguem administrando esse conjunto de forma fragmentada, excessivamente dependente de decisões centralizadas, memória individual e rotinas informais. Enquanto tudo parece s

Martha Deliberador
26 de mar.3 min de leitura


O que o “novo” Texas muda para o wealth planning internacional?
Quando crescimento econômico, mobilidade e capital passam a deslocar o centro de gravidade das decisões patrimoniais. O ponto mais importante sobre o “novo” Texas talvez não esteja apenas em sua transformação econômica, mas no tipo de consequência que essa transformação começa a produzir no campo patrimonial. Há jurisdições que atraem negócios. Há outras que atraem capital. E há aquelas que, em determinado momento, passam a influenciar também a forma como patrimônio, sucessão

Martha Deliberador
20 de mar.6 min de leitura


O “novo” Texas e suas vantagens patrimoniais: Entre tradição econômica, capital e mobilidade internacional.
Durante décadas, o Texas ocupou um lugar quase imutável no imaginário econômico. Terra, petróleo, pecuária, expansão territorial, força operacional. Era esse o retrato dominante. E, sob certo aspecto, ele continua verdadeiro. O problema é que já não basta. O Texas de hoje não pode mais ser compreendido apenas como uma economia fortemente associada à energia e à produção tradicional. O estado passou a reunir, com intensidade crescente, elementos que o aproximam de uma nova lei

Martha Deliberador
18 de mar.6 min de leitura


Geoeconomia do patrimônio familiar: por que preservar riqueza exige compreender a economia global
Durante muito tempo, o planejamento patrimonial foi tratado como uma questão essencialmente jurídica. Estruturas societárias, planejamento sucessório, proteção de ativos e racionalização tributária eram vistos como os principais instrumentos para organizar e preservar a riqueza familiar. Esses mecanismos continuam sendo fundamentais. No entanto, no cenário contemporâneo, eles já não bastam, isoladamente, para responder aos desafios que patrimônios relevantes enfrentam. O patr

Martha Deliberador
10 de mar.4 min de leitura


STJ valida ITBI sobre integralização de imóveis por fundos imobiliários
Para ministros, operações configuram transferência da propriedade do imóvel mediante pagamento e, por isso, são tributadas. Os ministros da 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiram, por unanimidade, que é legal a incidência de Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) sobre operações de integralização de imóveis por fundos de investimentos imobiliários. Ao analisar o agravo de Recurso Especial 1.492.971, os ministros concluíram que essas operações configur

Martha Deliberador
9 de mar. de 20232 min de leitura


Revisão da vida toda: Moraes dá 10 dias para INSS apresentar cronograma
Determinação foi resposta ao pedido feito pela autarquia, que alegou “impossibilidade material” de cumprir decisão do STF O ministro...

Martha Deliberador
7 de mar. de 20232 min de leitura


Supremo mantém decisão que eleva ICMS sobre energia
Ministros confirmaram liminar concedida para Estados para incluir tarifas no cálculo do imposto. O Supremo Tribunal Federal (STF)...

Martha Deliberador
7 de mar. de 20233 min de leitura


Filial fica sem certidão fiscal se houver dívida da matriz
Ministros da 1ª Seção do STJ foram unânimes ao resolver divergência entre turmas da Corte A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça...

Martha Deliberador
7 de mar. de 20232 min de leitura


Receita Federal intensifica cobrança de adicional de contribuição previdenciária
Alvos são os setores de alimentação, automotivo, de construção civil e de eletrodomésticos. A Receita Federal intensificou nos últimos...

Martha Deliberador
30 de jan. de 20233 min de leitura


Reflexos tributários do novo Marco Cambial
Espera-se que haja uma melhoria em relação ao sistema atual, que até então encontrava-se baseado em legislações antigas e desatualizadas....

Martha Deliberador
24 de jan. de 20234 min de leitura


PGFN abre parcelamento para devedores do Simples
Benefícios são entrada facilitada, descontos, prazo ampliado na quantidade de prestações e uso de precatórios federais para quitar...

Martha Deliberador
24 de jan. de 20232 min de leitura
Advocacia Empresarial
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